quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Assuntos de Língua Portuguesa, concurso do IBGE


I - Compreensão e interpretação de texto. II - Significação das palavras: sinônimos, antônimos, homônimos e parônimos. III - Pontuação. Estrutura
E seqüência lógica de frases e parágrafos. IV - Ortografia oficial. Acentuação gráfica. V - Classes das palavras. VI - Concordância nominal e
Verbal. VII - Regência nominal e verbal. Emprego da crase. VIII - Emprego dos verbos regulares, irregulares e anômalos. Vozes dos verbos. IX -
Emprego dos pronomes. X - Sintaxe: termos essenciais, integrantes e acessórios da oração.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Classificação da Cartografia


Cartografia Sistemática
Ciência responsável pela representação genérica da superfície tridimensional da Terra no plano (Rosa,1996)
Sua preocupação central está na localização precisa dos fatos, na implantação e manutenção das redes de apoio geodésico, na execução dos recobrimentos aerofotogramétricos e na elaboração e atualização dos mapeamentos básicos.
Seus mapas podem ser classificados nas três categorias a seguir:

1) Escala grande - mapas urbanos em 1:500, 1:1.000, 1:2.000 e 1:5.000;
2) Escala média - mapas topográficos em 1: 25.000, 1:50.000, 1:100.000 e 1:250.000;
3) Escala pequena - mapas geográficos em escalas 1:500.000 e menores.

Leis
De acordo com as normas da legislação cartográfica em vigor, estabelecidos no decreto-lei n.º 243/67, que regulamenta as Diretrizes e Bases da Cartografia e da Política Cartográfica Nacional, a cartografia sistemática tem por fim a representação do espaço territorial brasileiro por meio de cartas, elaboradas seletiva e progressivamente, consoante prioridades conjunturais, segundo os padrões cartográficos terrestre, náutico e aeronáutico.
Cartografia Temática
A cartografia temática aborda a Cartografia como um instrumento de expressão dos resultados adquiridos pela Geografia e pelas demais ciências que têm necessidade de se expressar na forma gráfica.
 A cartografia temática tem como preocupação básica a elaboração e o uso dos mapeamentos temáticos, abrangendo a coleta, a análise, a interpretação e a representação das informações sobre uma carta base.
Importa-se mais com o conteúdo que vai ser representado no mapa do que com a precisão dos contornos ou da rede de paralelos e meridianos.

Entretanto, se convencionou internacionalmente, adotar o termo cartografia temática para designar todos os mapas que tratam de outro assunto além da simples representação do terreno (Joly,1990)
 Embora haja uma estreita dependência da cartografia temática em relação à sistemática - uma vez que esta fornece a base para todos os tipos de mapas, há uma grande diferença quanto aos métodos utilizados, que sofreram alterações profundas com o advento das novas tecnologias.


As diferenças entre Sistemática e temática:

Terminologias utilizadas na classificação dos mapas em cartografia sistemática e temática

Autor                     Cartografia sistemática                           Cartografia temática

Raisz (1969)--------- Mapas gerais---------------------------------- Mapas especiais
Robinson apud Barbosa (1967) --Mapas topográficos -------Mapas de compilação
Barbosa (1967) -----Mapas topográficos ------Mapas especiais e Mapas temáticos
Deetz (1948) --------Mapas topográficos ------------oficiais Mapas de fins especiais
Sanchez (1973 e 1981)- Mapas de base ou de referência geral -Mapas temáticos
Simielli 1986 --------Mapas topográficos ----------------------------Mapas temáticos
Rosa (1994) --------Mapas de base ---------------------------------------Mapas temáticos



Principais diferenças entre cartografia sistemática e cartografia temática

Cartografia sistemática                                      
1-Mapas topográficos com a representação do terreno-
2-Atendem a uma ampla diversidade de propósitos
3- Podem ser utilizados por muito tempo
4- Não requerem conhecimento específico para sua compreensão.
Leitura simples
5- Elaborados por pessoas especializadas em cartografia
6- Utilizam cores de acordo com a convenção estabelecida para mapas
Topográficos
7-Uso generalizado de palavras e números para mostrar os fatos
8- Sempre servem de base para outras representações.
Cartografia temática
1-     Mapas temáticos que representam qualquer tema
2-     Atendem usuários específicos
3-     Geralmente os dados são superados com rapidez .
4-     Requerem conhecimento específico para sua compreensão. Interpretação complexa.
5-     Geralmente elaborados por pessoas não especializadas em cartografia
6-     Utiliza cores de acordo com as relações entre os dados que apresenta
7-     Uso de símbolos gráficos, especialmente planejados para facilitar a compreensão de diferenças quantitativas e qualitativas
8-     Raramente servem de base para outras representações.


Produto Final: Mapa
Mapa:
• Modelo simplificado da realidade.
• Uma representação, normalmente em escala, de uma seleção de entidades abstratas relacionadas com a superfície da Terra.
• Modelo de dados que se interpõe entre a realidade e a base de dados de um SIG.
Mapa Temático
Mapa Numérico
Mapa Cadastral
Mapa de Rede


Mapa Temático

Distribuição espacial qualitativa da grandeza em estudo.
 Domínio do atributo:

Nominal: lista de valores
 mapa de uso do solo
 {floresta, pasto, área urbana, etc.}

Ordinal: escala de medida
 mapa de classes de declividade
{0-5%, 5-10%, >10%}


Mapa Numérico

Distribuição espacial quantitativa da grandeza em estudo.
Domínio do atributo: intervalo: referência arbitrária altimetria, batimetria, temperatura em graus
Celsius
NDVI
-0.04 0.49
N 30 0 30 60 Kilometers
20º S 20º S
17º S 17º S
52º 30' W
52º 30' W
55º 30' W
55º 30' W
Razão: referência natural
peso, distância, temperatura em graus Kelvin

Mapa Cadastral

Contêm objetos geográficos individuais:
- países, estados, municípios, bairros
- setores censitários
- lotes, edificações
- vias, equipamentos urbanos
- escolas, hospitais
- veículos, embarcações
-...
Suporte para mapeamento de objetos

Mapa de Rede

Contêm objetos com topologia arco-nó, utilizado para redes conectadas.
Objetos endereçados no espaço:
• Rede de distribuição elétrica
• rede primária
• rede secundária
• subestações, alimentadores
• postes, transformadores, chaves
• Rede viária
• trechos de logradouros
• interseções

A Cartografia medieval
Embora durante a Idade Média o conhecimento geográfico tenha conhecido uma relativa estagnação na Europa ocidental, confinado ao domínio eclesiástico, foram produzidos os mapas OT (orbis terrarum): um T composto pelas águas (Mar Mediterrâneo, Mar Negro e rio Nilo), separando as terras (Europa, Ásia ocidental e Norte de África), dentro de um O (o mundo).
No mundo árabe, ao contrário, desde 827 o califa Al Mamum havia determinado traduzir do grego a obra de Ptolomeu. Desse modo, através do Império Bizantino, os árabes resgataram os conhecimentos greco-romanos, aperfeiçoando-os.

A Cartografia da Idade Moderna

Com a reabertura comercial do Mar Mediterrâneo, especialmente a partir do século XI, os mapas ganharam mais importância, particularmente entre os árabes, que prosseguiram com o seu desenvolvimento.
Em poucos séculos, os mapas de navegação marítima, que passaram a ser grandemente valorizados na região mediterrânica, associados aos progressos técnicos representados pela bússola, pelo astrolábio e pela caravela, permitiram o processo das grandes navegações, marcando a passagem para a Idade Moderna. Os portulanos introduziram a rosa-dos-ventos e motivos temáticos passaram a ilustrar as lacunas do conhecimento geográfico.
A cartografia moderna conhece um progresso imenso com os Descobrimentos portugueses, de que são exemplo os primeiros mapas a escala mundial, de Pedro Reinel, João de Lisboa, Lopo Homem, entre outros conhecidos cartógrafos do início do Século XVI. A compilação Portugaliae Monumenta Cartographica contém mais de 600 mapas desde 1485 até 1700. Essa capacidade foi progressivamente exportada para outros países, nomeadamente Itália, França ou Holanda, de que nos chegaram muito mais cópias. Mercator introduz uma projeção não cilíndrica, que irá influenciar a cartografia seguinte.

A cartografia histórica no Brasil

Os estudos de cartografia histórica, no Brasil, estão ligados ao processo histórico de confecção de mapas descritivos do seu território. Entre as instituições que se destacam neste segmento de estudo apontam-se:

Os mapas atuais

Os mapas, antiga e tradicionalmente feitos usando material de escrita, a partir do aparecimento dos computadores e dos satélites conheceram uma verdadeira revolução. Atualmente são confeccionados utilizando-se softwares próprios (Sistemas de Informação Geográfica) (SIGs, CAD ou softwares especializados em ilustração para mapas). Os dados assim obtidos ou processados são mantidos em base de dados. A tendência atual neste campo é um afastamento dos métodos analógicos de produção e um progressivo uso de mapas interativo de formato digital.
O departamento de cartografia da Organização das Nações Unidas é o responsável pela manutenção do mapa mundial oficial em escala 1/1.000.000 e todos os países enviam seus dados mais recentes para este departamento.

 

 

 










Cartografia

O conceito de Cartografia tem suas origens intimamente ligadas às inquietações que sempre se manifestaram no ser humano, no tocante a conhecer o mundo que ele habita.
Cartografia (do grego chartis = mapa e graphein = escrita) é a ciência que trata da concepção, produção, difusão, utilização e estudo dos mapas. O vocábulo foi pela primeira vez proposto pelo historiador português Manuel Francisco Carvalhosa, 2.º Visconde de Santarém, numa carta datada de 8 de Dezembro de 1839, de Paris, e endereçada ao historiador brasileiro Francisco Adolfo de Varnhagen, vindo a ser internacionalmente consagrado pelo uso. Das muitas definições usadas na literatura, colocamos aqui a atualmente adaptada pela Associação Cartográfica Internacional (ACI):
Conjunto dos estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que intervêm na elaboração dos mapas a partir dos resultados das observações diretas ou da exploração da documentação, bem como da sua utilização
A cartografia encontra-se no curso de uma longa e profunda revolução, iniciada em meados do século passado, e certamente a mais importante depois do seu renascimento, que ocorreu nos séculos XV e XVI. A introdução da fotografia aérea e da detecção remota, o avanço tecnológico nos métodos de gravação e impressão e, mais recentemente, o aparecimento e vulgarização dos computadores, vieram alterar profundamente a forma como os dados geográficos são adquiridos, processados e representados, bem como o modo como os interpretamos e exploramos.
A produção de mapas ocorre desde a pré-história, antes mesmo do surgimento da escrita. O primeiro mapa que se tem registro é o Ga-Sur, produzido entre 2400 a 2000 a.C., elaborado numa placa de barro com inscrições da escrita cuneiforme em uma representação do sul da Mesopotâmia. Os primeiros mapas eram confeccionados em placas de argila suméria e papiros egípcios. Ao longo da história, a cartografia foi evoluindo e desenvolvendo novas técnicas e, atualmente, é uma ferramenta de fundamental importância nas representações de áreas terrestres.
Existem distintas representações cartográficas, entre elas estão: Mapa-múndi, globo, mapas topográficos, carta, planta, mosaico, fotocarta, ortofotocarta, ortofotomapa, carta imagem, fotoíndice, entre outras.

A cartografia engloba elementos da ciência e da arte, com o objetivo de representar graficamente, em mapas, as especificidades de uma determinada área geográfica.
Em 1949 a Organização das Nações Unidas já reconhecia a importância da Cartografia através da seguinte assertiva, lavrada em Atas e Anais:
"CARTOGRAFIA - no sentido lato da palavra não é apenas uma das ferramentas básicas do desenvolvimento econômico, mas é a primeira ferramenta a ser usada antes que outras ferramentas possam ser postas em trabalho."(1)
O conceito da Cartografia, hoje aceito sem maiores contestações, foi estabelecido em 1966 pela Associação Cartográfica Internacional (ACI), e posteriormente, ratificado pela UNESCO, no mesmo ano: "A Cartografia apresenta-se como o conjunto de estudos e operações científicas, técnicas e artísticas que, tendo por base os resultados de observações diretas ou da análise de documentação, se voltam para a elaboração de mapas, cartas e outras formas de expressão ou representação de objetos, elementos, fenômenos e ambientes físicos e socioeconômicos, bem como a sua utilização."
O processo cartográfico, partindo da coleta de dados, envolve estudo, análise, composição e representação de observações, de fatos, fenômenos e dados pertinentes a diversos campos científicos associados a superfície terrestre.
 UM GRANDE MODELO FORMA DA TERRA
A forma de nosso planeta (formato e suas dimensões) é um tema que vem sendo pesquisado ao longo dos anos em várias partes do mundo. Muitas foram às interpretações e conceitos desenvolvidos para definir qual seria a forma da Terra. Pitágoras em 528 a.C. introduziu o conceito de forma esférica para o planeta, e a partir daí sucessivas teorias foram desenvolvidas até alcançarmos o conceito que é hoje bem aceito no meio científico internacional.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Correios começam a chamar aprovados em concurso

Os aprovados no concurso dos Correios passaram por evento de recepção e acolhimento com o gerente de vendas da Diretoria Regional da Paraíba, Gelvan Batista, na quarta-feira (3).

No total, 3.116 aprovados em cargos de nível superior, de atendente comercial, e para as carreiras específicas de engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, auxiliar de enfermagem e técnico em segurança do trabalho já foram convocados em todo o país.

No evento, gestores apresentam a estrutura, a missão e os valores da ECT, além de orientações sobre os próximos passos, como exames médicos e documentação necessária. “Vocês são a cara da empresa. É que com vocês que os clientes se encontram quando vão aos Correios”, disse Batista.
Os primeiros empregados dos Correios aprovados serão contratados nesta sexta-feira (5) em Vitória. Em ato simbólico com a presença do vice-presidente de Gestão de Pessoas da ECT, Larry Manoel de Almeida, firmarão contrato com a empresa 10 atendentes comerciais e 5 funcionários de nível superior que trabalharão na Diretoria Regional do Espírito Santo.
Em relação aos cargos de carteiro e operador de triagem e transbordo, a empresa deve realizar a avaliação da capacidade física laboral em setembro. Até o final de outubro, todos os 9.190 aprovados no concurso público devem estar trabalhando nos Correios.

Globo.com

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Petrobras tem planos de contratar mais de 17,6 mil

Atualmente com 85.417 empregados, a Petrobras, maior empresa do Brasil, revelou que pretende expandir o seu quadro de pessoal para 103.030 até 2015 (funcionários que atuam no exterior e de empresas  subsidiárias também estão inclusos na projeção). O aumento de 17.613 colaboradores no efetivo da estatal, que funciona com economia mista, também irá refletir diretamente no setor de concursos.
 
O anúncio referente às futuras contratações foi feito por José Sergio Gabrielli de Azevedo, presidente da companhia, durante a apresentação do Plano de Negócios 2011-2015, realizada em 25 de julho. De acordo com a assessoria de imprensa da Petrobras, o presidente afirmou que o planejamento de recursos humanos é um dos desafios corporativos, pois o objetivo é tornar a empresa referência internacional no segmento de energia e em gestão de pessoas. “Seremos, entre as empresas que produzirão petróleo de novas descobertas, a maior de todas”, destacou o presidente.

Flávio Fernandes/SP

IBGE disponibiliza 4.250 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento

A Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), torna pública a abertura das inscrições e estabelece normas relativas à realização de Processo Seletivo Simplificado mediante Contrato com a CONSULPLAN.
O Processo Seletivo Simplificado é destinado a selecionar 4.250 candidatos para contratação temporária na função de Agente de Pesquisas e Mapeamento, nos 26 Estados e no Distrito Federal para a realização de pesquisas econômicas e sociodemográficas.
Como pré-requisito de escolaridade para a função de Agente de Pesquisas e Mapeamento (que deverá ser comprovado à época da contratação) é exigido que o candidato tenha concluído o Ensino Médio (antigo 2º grau).
A retribuição mensal a ser paga ao Agente de Pesquisas e Mapeamento é de R$ 850,00. O contratado fará jus ao Auxílio-Alimentação e ao Auxílio-Transporte, assim como a férias e ao 13º salário. A jornada de trabalho será de 40h semanais, sendo 8h diárias.
Os serviços serão prestados pelo prazo máximo de 24 meses. Os contratos terão vigência de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por apostilamento, por igual período, estritamente de acordo com a necessidade do trabalho e/ou disponibilidade de recursos orçamentários.
Das Inscrições:
  • As inscrições serão efetuadas no período entre 0h do dia 29 de agosto de 2011 até às 23h59min do dia 19 de setembro de 2011, observado o horário oficial de Brasília, através do endereço eletrônico www.consulplan.net ou através do Posto de Inscrição Informatizado nos municípios onde houver vagas, exceto sábados, domingos e feriados, no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h. A lista contendo o endereço dos Postos de Inscrição informatizados será divulgada a partir de 10 de agosto de 2011 no endereço eletrônico da CONSULPLAN e em jornais de circulação nacional e/ou estadual e/ou local.
No ato da inscrição, o candidato deverá manifestar sua opção do município onde deseja trabalhar, ficando a ele vinculado durante toda a participação no processo seletivo, inclusive quanto à realização das provas no polo correspondente.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 20,00, sendo obrigatoriamente o mesmo em todo o território nacional, pago através da Guia de Recolhimento da União - GRU.

sábado, 23 de julho de 2011

No estudo para concurso, melhor é dividir o tempo entre várias matérias

Qual o melhor método de estudo para concursos públicos? Na coluna em vídeo desta quarta-feira (20), a especialista Lia Salgado responde que "não existe certo e errado, mas o que funciona para cada pessoa". O internauta Gabriel Silveira perguntou se é melhor estudar uma matéria de cada vez, até o fim, ou dividir o tempo entre várias. "Eu prefiro fazer a distribuição por tempo, porque assim você tem certeza de que vai estudar todas as matérias naquela semana, naquela quinzena e, no fim do mês, você terá avançado em todas", aconselhou a colunista.

Porém, Lia destaca que, quando se está "agarrado" a determinado assunto, nada impede que se avance sobre o horário da próxima matéria "e, na semana seguinte, você compense". Para a especialista, o importante é que, a cada uma ou duas semanas, o candidato veja todas as disciplinas, "para que nenhuma caia no esquecimento".
Método de revisão
Pedro Angelotti perguntou a Lia como incluir aulas em vídeos no método das três fases de revisão de estudos, proposto por ela em uma coluna anterior. "As aulas fazem parte da fase 1 do estudo, quando você está travando contato com o conteúdo. Seja com aulas em vídeo ou presenciais, o procedimento é o mesmo: fazer as anotações e, em seguida, usás-la como material de apoio para estudar nos livros e, logo depois, resolver exercícios", detalha a colunista. "Não pode esperar assistir a todas as aulas para só depois realizar os procedimentos da fase 1."
Falta bibliografiaComo estudar para um concurso cujo edital traz poucas fontes bibliográficas? À pergunta do internauta Ruidher Ferreria, Lia responde que não é comum nos concursos públicos os editais trazerem esse tipo de indicação. "Só costumo ver isso em concursos municipais", lembra. "Acho interessante você buscar [informações] nos cursos preparatórios, que têm muito conhecimento de cursos anteriores e das bancas organizadoras. Uma opção é participar de fóruns de discussão na internet. Tem gente que está estudando para diversos concursos e é comum haver uma troca de informações."
* Lia Salgado, colunista do G1, é fiscal de rendas do município do Rio de Janeiro, consultora em concursos públicos e autora do livro “Como vencer a maratona dos concursos públicos”